quinta-feira, 23 de maio de 2013
Escritor Rubervânio Rubinho Lima tem presença confirmada no 11º SALIPI
Já está disponível a programação do 11º SALIPI - Salão do Livro do Piauí, evento em que o escritor Rubervânio Rubinho Lima estará realizando palestra e lançando seus livros, ladeado por grandes autores, tais como Antônio Carlos Secchin, José de Nicola, Fabrício Carpinejar, Paulo Lins, Evanildo Bechara, Marcos Bagno, Wilson Seraine Da Silva Filho, João De Sousa Lima, dentre outros...
Para esse evento de proporções gigantescas, que acontecerá na capital piauiense nos dias 02 a 09 de junho, o escritor Rubervânio Rubinho Lima falará sobre "Cangaço e Nordeste", apresentando-se na manhã do dia 07 de junho e marcando presença juntamente com outros escritores e palestrantes de peso, como é o caso de nomes como Fabrício Carpinejar, Evanildo Bechara e Marcos Bagno.
Clique aqui e confira a programação completa do evento, e aproveite para realizar sua inscrição.
Marcadores:
Eventos
domingo, 19 de maio de 2013
Confira a matéria sobre o evento de poesia, por Marcos Pinheiro do Circuito PA
2ª noite do FLIPA - O que teve além da chuvinha??
Além da poesia na fila de declamações, o guarda-chuva também foi item indispensável na 2ª noite do festival

Ronaldo, Ricardo e Cleberton

E entre uma música e outra, um tiquinho de prosa descontraída com Ricardo sobre detalhes da vida e obra de Vinícius de Morais, Cleberton sempre irreverente, didático e dinâmico, conduziu muito bem as intervenções poéticas do projeto estimulando o público a declamar as inquietações de diversos escritores e poetas. Sobrou até para o ex-aluno da FASETE Rubinho Lima, que aproveitou para apresentar um dos escritos do seu primeiro livro em verso, "A Felicidade é uma Gaiola Aberta", lançado no festival. Os escritores pauloafonsinos Gecildo Queiroz e Aristóteles Santana também estiveram movimentando o stande do SESC com a apresentação de suas produções literárias.

Rubinho Lima

Show de Salvio contou com a participação do Trio Dona Florinda

DE-MO-RÔ pro FLIPA - Festival Literário de Paulo Afonso firmar parceria com o SESC Ler aqui da cidade. Nada mais justo que o evento idealizado pelo curso de Letras da FASETE (Faculdade Sete de Setembro) se juntar com essa instituição privada que é tida por muitos como o verdadeiro Ministério da Cultura, e que não diferente disso, muito tem feito pela movimentação artística pauloafonsina. Apenas AMO!
Uma novidade que achei bem digna nesta 5ª edição do festival foi que metade da sua programação aconteceu na Praça das Mangueiras, centro da cidade. E é nesse momento que entra a participação do SESC, que deu mais colorido ao evento com o projeto "A Poesia Nossa de Cada Dia". Antes das luzes do palco principal se acenderem, foi no stande do SESC que o público se aqueceu no início do festival.

Ronaldo, Ricardo e Cleberton
Teve chuva na noite de quinta-feira (16)? Teve, sim, sinhô! Mas pra mim em nenhum momento o meu fenômeno da natureza preferido fez o evento ficar aguado - com o perdão da piadinha infame. MUITO PELO CONTRÁRIO, amigo. Não sei os demais, mas eu senti que a chuvinha deu todo um charme especial ao festival com aquela galera agasalhadinha passeando pela praça com seu guarda-chuva. Me senti num festival de inverno. Achei chique.
Sem falar que o stande do SESC ficou mega aconchegante com todo mundo ali encolhidinho, se aparando da chuva. Calor o humano é sempre bom, né!? E como bem disse lá o professor e poeta Cleberton Santos, "(...) que a chuva caia sobre as nossas almas e escorra toda a poesia do céu". Foi exatamente nesse clima que ele conduziu o projeto "Poesia Nossa de Cada Dia", um tributo ao sempre inspirador Vinícius de Moraes.
Mas o clima não estaria tão gostoso assim se não fosse o som de Ricardo Castelo e Ronaldo Da Maceno. Integrantes da banda de rock Máquina Total, os caras adotaram Paulo Afonso como sua segunda casa e há um tempinho são figuras que cada vez mais somam à diversidade artística aqui da Ilha. O Ricardo, em especial, tem uma domínio de palco que faz a gente não querer deixar de ouvi-lo nem tão cedo. Simpatia!

E entre uma música e outra, um tiquinho de prosa descontraída com Ricardo sobre detalhes da vida e obra de Vinícius de Morais, Cleberton sempre irreverente, didático e dinâmico, conduziu muito bem as intervenções poéticas do projeto estimulando o público a declamar as inquietações de diversos escritores e poetas. Sobrou até para o ex-aluno da FASETE Rubinho Lima, que aproveitou para apresentar um dos escritos do seu primeiro livro em verso, "A Felicidade é uma Gaiola Aberta", lançado no festival. Os escritores pauloafonsinos Gecildo Queiroz e Aristóteles Santana também estiveram movimentando o stande do SESC com a apresentação de suas produções literárias.

Rubinho Lima

Show de Salvio contou com a participação do Trio Dona Florinda
Bonito ver a FASETE acolhendo seus ex-alunos e destacando-os nos eventos, né!? Salvio Emanuel, que subiu na concha armada na Praça das Mangueiras para encerrar a noite com o seu show "Sanfoneando Alegria", é mais um que passou pela instituição. O sanfoneiro que é graduado em Turismo não quis ver ninguém parado e fez do seu forró animado a combinação perfeita pra esquentar o climinha chuvoso da noite.

Cê acredita que o negócio tava tão bom, contagiante e a galera super a fim de prestigiar o show do "Sanfoneando", que Salvio conseguiu até improvisar uma quadrilha junina no encerramento da 2ª noite do festival?? Me senti no esquenta pro São João. Mas o que eu não esperava era que Salvio fosse trazer o Trio Dona Florinda pra fazer uma participação em sua apresentação. Lógico que tudo ficou ainda mais charmoso com a presença de Carol, Lorena e Fafá. Lindas e talentosas. Por mim as meninas poderia abrir todos os seus show, viu, Seu Sálvio!?? Já falei que sou fã.
Certeza que se o V FLIPA tivesse acabado assim eu teria ido embora pra casa totalmente satisfeito, pois pra mim a noite valeu por todas as edições nas quais estive presente anteriormente. Foi incrível, atmosfera cultural gostosa demais. Mas resta ainda uma noite na Praça das Mangueiras, né!? O que será que nos aguarda, hein!??
Crédito imagens: Marcos Pinheiro - www.circuitopa.com.br
Marcadores:
Matéras
sábado, 18 de maio de 2013
Confira a matéria do site da Fasete sobre o lançamento do meu livro de poesia
Faça chuva ou faça sol, o sucesso do FLIPA continua.
Crédito: Maiara Paula

Cultura em toda parte: essa é a marca do FLIPA.

Cultura em toda parte: essa é a marca do FLIPA.
Na manhã desta quinta-feira (16/05), o segundo dia da 5ª edição do FLIPA – evento idealizado pelo curso de Letras da FASETE trouxe maiores emoções. Às 08:00, os acadêmicos do curso de Letras da Instituição levaram o Projeto “Contação de História” para a Escola Lions Clube – sob a orientação da Profa. Ms Maria Gilvanira.
Logo mais a noite, a Programação Especial do SESC LER Paulo Afonso (nosso grande parceiro) girou em torno do Centenário de Vinícius de Moraes, através do Projeto“Poesia Nossa de Cada Dia”, com a participação de Sálvio Emanuel do Sanfoneando Alegria. Além de sorteios de livros e exposições, o SESC LER levou diversas atrações culturais de renome para o espaço verde da Praça das Mangueiras.
Na ocasião, acadêmicos do Curso de Letras declamaram poesias e participaram do lançamento do livro “A felicidade é uma gaiola aberta” – poesia de Rubervânio Rubinho Lima.
Em meio ao cenário da Literatura, o olhar masculino também veio à tona através da mostra de livros dos escritores Aristóteles Lima Santana (Viver Neste Mundo), Gecildo Queiroz (Rua da Frente) e Rubervânio Rubinho Lima (Lampião Cangaço e Cordel).
Há cinco anos, o FLIPA se dedica a discutir e fomentar a cultura e versatilidade literária.
Fonte: http://fasete.edu.br/internas/noticias/?id=2028
Marcadores:
Matéras
Lançamento do livro de poesias do escritor Rubervânio Rubinho Lima, acontece em grande estilo
Olá, queridos...
A noite de quinta-feira foi abrilhantada com um evento literário cheio de poesias, livros, músicas e chuva...
Na última quinta-feira (16/05) aconteceu, na Praça das Mangueiras o evento de Lançamento do livro de poesias "A felicidade é uma gaiola aberta", do autor desse blog e foi um sucesso. O lançamento foi parte integrante dos eventos V FLIPA - Festival Literário de Paulo Afonso e "Poesia nossa de cada dia", organizados pela FASETE e SESC Ler Paulo Afonso e contou com uma diversificada programação, uma parceria entre os idealizadores Luiz José e Marília Paiva, homenageando o poeta Vinícius de Moraes, em que os participantes foram "bombardeados" com recital de poesias, com música e com uma chuvinha boa que abrilhantou o evento.
O escritor e professor Cleberton Santos foi que liderou esse sarau literário, em que apresentou os livros dos autores convidados, Rubervânio Rubinho Lima, com alguns de seus livros, tais como "A felicidade é uma gaiola aberta", "Lampião, cangaço e cordel, "Regionalismo Sertanejo" e "Outras conversas do Sertão", Gecildo Queiroz, com "A rua da frente", Aristóteles Santana, com seu livro de contos "Viver neste mundo", além também da apresentação do livro "Cantares de Roda", de Cleberton Santos.
O público pode também participar, e quem desejou, leu ou recitou um poema, sendo esse momento alternado com a boa música da dupla de músicos Ricardo Castelo e Ronaldo, que embalaram os participantes na boa música e poesia do eterno boêmio Vinícius.
O evento foi fechado com a apresentação musical do Sanfoneiro Salvio Emanuel, mostrando um pouco do seu maravilhoso projeto "Sanfoneando Alegria", com muito forró e música de primeira. Além do mais, ainda fomos agraciados com as meninas do Trio Dona Florinda, que intensificaram essa safra de talentos reservados para a noite.
Confira algumas fotos desse evento...
Lançamento do Segundo Volume do Livro do Projeto Cultural: Na Mala do Poeta Tem Poesia de Todo Jeito!
Convidamos os poetas participantes da Edição do Segundo Volume do Livro do Projeto Cultural: Na Mala do Poeta Tem Poesia de Todo Jeito! Bem como os colaboradores, patrocinadores e a população em geral a participarem do lançamento.
Clique na imagem para ampliar
sábado, 11 de maio de 2013
Novidade - Já estão a venda os novos livros do escritor Rubervânio Rubinho Lima
Olá, queridos...
Agora é pra valer....
Já estão em minhas mãos os livros "Lampião, cangaço e cordel" e "A felicidade é uma gaiola aberta" e podem já ser comprados para quem desejar.
Confiram os preços e formas de envio para todo Brasil...
editora: EGBA
ano: 2013
peso: 450g
descrição: Este livro traz a representação do fenômeno do cangaço e de Lampião como elementos que caminham atrelados à história do cordel e da Xilogravura, em um paralelo ao processo de modernização da Literatura de Cordel, nos dias atuais, através do advento da internet, dos e-books e também dos sites de relacionamentos, sem perder a vitalidade das formas tradicionais de criação do cordel. Além disso, há uma tentativa de apontar a xilogravura como um elemento que, desde o seu surgimento até os dias atuais, além de engradecer os folhetos de cordel, tem assumido um lugar significativo no painel artístico mundial.
120 páginas, ilustrado.
Forma de pagamento: Depósito Bradesco
Frete: R$ 6,00
Total: R$ 26,00
A felicidade é uma gaiola aberta (poesia)
Rubervânio Rubinho Lima R$ 15,00 (Frete Grátis)
editora: EGBA
ano: 2013
peso: 450g
descrição: Livro de poesias com incidências profundas a respeito da felicidade e de coisa cotidianas, tal qual uma gaiola aberta e suas grandes sugestividades.
80 páginas, ilustrado.
Forma de pagamento: Depósito Bradesco
Frete: Grátis
____________________________________________
Peça pelo e-mail rubinholim@hotmail.com
ou ligue: (75) 8807-3930/9188-8181
Confira mais títulos sobre o cangaço aqui
Marcadores:
Livros
LAMPIÃO E MARIA BONITA NA REVISTA AVENTURAS NA HISTÓRIA: ALGUNS TÓPICOS A SEREM CONSERTADOS. por João de Sousa Lima
LAMPIÃO E MARIA BONITA NA REVISTA AVENTURAS NA HISTÓRIA: ALGUNS TÓPICOS A SEREM CONSERTADOS.
Lendo a revista Aventuras na História, edição 118, de maio de 2013, com o título: "Amor e Morte no Cangaço", texto do jornalista Rodrigo Cavalcante, encontrei algumas falhas nas informações e proponho uma análise do jornalista para uma futura correção.
No inicio do texto falando do nome de Lampião, fala-se Virgulino e o nome certo é Virgolino (com O). Mais abaixo falando do local onde morreu Lampião fala-se Grota de Angico e o nome certo é Grota "do" Angico. Seguindo o texto Rodrigo diz que na Grota Lampião viveria longos 12 anos e a verdade é que aquele dia da sua morte era a segunda vez que Lampião e seu grupo havia ido lá. Ainda na seqüência do texto o jornalista diz que na Grota Lampião teve tempo suficiente para se apaixonar, viver e morrer ao lado da baiana Maria Gomes de Freire. Primeiro o nome de Maria Bonita é Maria Gomes de Oliveira e não existe esse sobrenome Freire. Também não foi na Grota que Lampião se apaixonou e viveu com Maria Bonita. Eles se conheceram no povoado Malhada da Caiçara, em Paulo Afonso, Bahia. De Paulo Afonso à Grota do Angico temo no mínimo uns 50 quilômetros de distância e ainda o Rio São Francisco dividindo os dois estados, Bahia e Sergipe.
Quando Rodrigo cita o escritor Euclides da Cunha, que escreveu o livro "Os Sertões", se referindo ao texto racista que chama o sertanejo de sub-raça, o jornalista recai no mesmo erro de Euclides por não ter feito uma análise da frase para o pensamento atual, pois não existe sub-raça, existe a raça humana e somos todos descendentes de uma única ramificação. O que diferenciou o sertanejo por muitos anos do resto do povo brasileiro foi a falta de políticas públicas, assistência dos governantes do país que levavam os recursos e as tecnologias para o sul e sudeste, além da região ser castigada por uma quase permanente seca os recursos governamentais não se fizeram presentes nessa terra como apoio direto. Sofremos com a alta taxa de mortalidade infantil, tivemos precárias instituições educacionais, ausência de postos, agentes de saúde e médicos. Vivemos muito tempo marcados pelo estigma da violência, da fome, da sede e das injustiças. Hoje o quadro ainda necessita de reparos, porém vivemos em um país mais justo. Temos problemas ainda, mais estamos interligados com o mundo através da tecnologia que uniu o mundo, com os avanços nas áreas sociais, na moda, na produção artística, comercial e industrial. Não somos mais "nação" de homens iletrados, não vivemos do arco e da flecha, somos parte desse mundo, somos raça humana.
Rodrigo falando do Sertão, das fronteiras do nordeste, diz que a cidade de Paulo Afonso faz fronteira com alguns estados e entre eles com a Paraíba. Faz fronteira com Pernambuco, Sergipe e Alagoas, aonde se chega com poucos minutos de viagem, o estado paraibano está há muitos quilômetros de distância. Seguindo Rodrigo diz que Lampião se engraçou por Maria "Da Déia" e na verdade o apelido correto é Maria "De Déia". Quando o jornalista cita o nome do ex-marido de Maria Bonita ele o chama de Zé Nenê e o nome certo é Zé De Nenê.
Falando do primeiro encontro entre Lampião e Maria Bonita Rodrigo diz que o cangaceiro deixou 15 lenços para Maria bordar com seu nome. Na verdade não se tem essa quantidade em nenhum dos depoimentos deixados por quem presenciou a cena. Antônia Gomes de Oliveira, irmã de Maria Bonita, foi uma das que se encarregaram dos bordados e nunca citou essa quantidade de lenços, em todos os seus informes ela sempre dizia: ..."Alguns Lenços"!
Na página 32 Rodrigo faz uma análise sobre as vestimentas dos cangaceiros. Citando o chapéu ele diz que tinha a aba da frente levantada e na verdade as duas abas são levantadas. Na apreciação número 6 falando da jabiraca, que é o lenço que os cangaceiros e cangaceiras usavam, o jornalista coloca a palavra cartucho e nunca ouvi nenhum depoimento que na jabiraca iam cartuchos, os cartuchos iam nas cartucheiras e ainda em bornais e também nunca ouvi nenhum remanescente ou pesquisador afirmar que a jabiraca servia de coador. A jabiraca era uma peça de enfeite dos cangaceiros e era fechada ao pescoço por grossas alianças e anéis de ouro. No item 10 Rodrigo diz que Maria Bonita tinha uma luva com as inicias M.O.S.- Maria Oliveira da Silva. No início do capítulo Rodrigo tinha dito que o nome de Maria Bonita era Maria Gomes de Freire, por duas vezes ele errou o nome de Maria Bonita, o verdadeiro nome dela é Maria Gomes de Oliveira.
Quando o repórter fala do cangaceiro Vinte e Cinco diz que o verdadeiro nome dele é José Alves de Barros e na verdade é José Alves de Matos. Ele ainda encontra-se vivo e lúcido e pode tirar essa dúvida, já estive por diversas vezes com ele em Maceió e além de ser uma pessoa luzente conta a história em seus detalhes.
Discorrendo sobre o armamento usado pelas mulheres no cangaço o jornalista diz que elas usavam revólveres 28 e 32. Eu nunca ouvi falar desse calibre 28 em revólver. O mais provável seria 38.
Na página 36 Rodrigo incorre novamente no erro de falar Grota de Angico e o certo é Grota "DO" Angico. Seguindo ele chama o coiteiro Pedro Cândido e na verdade é Pedro de Cândido, como foi vinculado nos noticiários da época e que como se dirigem os amigos de Pedro sempre que ele é lembrado. Alguns parentes do Pedro afirmam que seria Pedro de Cândida, pois Cândida seria a mãe do coiteiro.
Se referindo as mortes na Grota do Angico o repórter fala que foram onde pessoas e na verdade foram 12 os mortos daquele dia 28 de julho de 1938. Morreram 11 cangaceiros, sendo 09 homens e 02 mulheres e um soldado chamado Adrião Pedro de Souza.
Narrando sobre as cabeças Rodrigo diz que elas permaneceram no Instituto Nina Rodrigues até 1962 quando foram enterradas e na verdade as cabeças foram enterradas em 1969, mais precisamente no dia 06 de fevereiro.
O repórter diz que Corisco foi morto quando estava se preparando para se entregar, aproveitamento a Lei de anistia promulgada por Getúlio Vargas. Nunca passou pela cabeça de Corisco se entregar, ele estava em fuga com sua companheira Dadá, próximo a Barra do Mendes e foi seguido e cercado pela volante do tenente Zé Rufino. Não houve troca de tiros por que Corisco estava aleijado dos dois braços em decorrência de um tiro sofrido em um dos combates acontecidos em Sergipe. O intuito do tenente Zé Rufino foi de se apoderar do dinheiro e das jóias em ouro que o casal transportava na fuga.
Paulo Afonso 08 de maio de 2013
João de Sousa Lima
Historiador e Escritor
Membro da ALPA- Academia de Letras de Paulo Afonso.
Membro do GECC- Grupo de Estudos do Cangaço do Ceará.
Biógrafo de Maria Bonita.
Autor de 10 livros dos quais seis sobre o cangaço.
Marcadores:
Matéras
terça-feira, 30 de abril de 2013
Cariri Cangaço Lavras da Mangabeira - Programação
CARIRI CANGAÇO LAVRAS DA MANGABEIRA
PROGRAMAÇÃO COMPLETA
Dia 18 de Maio - Sábado
15:00 h - Chegada da Cavalgada Lêla Ferrer sob o Comando do deputado Heitor Ferrer
15:20h - Abertura Oficial - Câmara Municipal
Gustavo Augusto Lima Bisneto
Manoel Severo
Heitor Ferrer
Ângelo Osmiro
Juarez Leitão
Paulo Gastão
15:40h - Apresentação de Video Documentário
"Fideralina Augusto Lima"
Produção Tv Assembléia
16:20h - Conferência
Entre Canetas e Bacamartes
Dimas Macedo
17:30h - Apresentações Artística
Grupo Regional Xaxado
Cordelista José Teles da Silva
19:00h - Galpão das Artes
Reunião Extraordinária do Conselho Cariri Cangaço
Dia 19 de Maio - Domingo
8:30 h - Recepção pelo prefeito Gustavo Augusto Bisneto
no Pátio da Prefeitura
9:00 h - Visita Técnica à Casa de Dona Fideralina
Centro de Lavras da Mangabeira
9:30 h - Visita Técnica ao Sítio Tatu - Casa Grande do Clã Augusto
Dona Fideralina
Dr. Gustavo Augusto Lima Bisneto e Heitor Ferrer
Exposição Cariri Cangaço
promovida pelo SEBRAE
...E em breve,
17 a 22 de Setembro
Cariri Cangaço 2013!
Marcadores:
Eventos
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Revista Paulo Afon Som - Maio/2013
A capa da edição de maio estampa Os Nelsons banda que representa não só Paulo Afonso mais também a Bahia e o Brasil na gringa, num festival que junta música baiana e londrina. Também entrevistamos Sílvio Campos, líder da banda quase trintona de punk, o Karne Krua de Aracaju – SE. Falamos um pouco da nova música baiana na coluna de Rafa Dias, do som pernambucano com Hermano Ramos e da música sergipana com Igor Gnomo que são os mais novos participantes da trupe, trazemos uma coluna que fala das mulheres cangaceiras e sua importância por João de Souza Lima também estreando na revista. Como novidada chega “a banca”, com cd's, filmes, livros e mais produtos feitos por artistas da região. Boa Leitura!
Marcadores:
Links do sertão
A CAATINGA: BIOMA FANTÁSTICO DE DIVERSIDADES.
A caatinga, palavra originária do tupi-guarani, que significa "mata branca", é o único sistema ambiental exclusivamente brasileiro. Possui extensão territorial de 734.478 de quilômetros quadrados, correspondendo a cerca de 10% do território nacional, está presente nos estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Sergipe, Alagoas, Bahia, Piauí e norte de Minas Gerais.
As temperaturas médias anuais são elevadas, oscilam entre 25° C e 29° C. O clima é semiárido; e o solo, raso e pedregoso, é composto por vários tipos diferentes de rochas.
A ação do homem já alterou 80% da cobertura original da caatinga, que atualmente tem menos de 1% de sua área protegida em 36 unidades de conservação, que não permitem a exploração de recursos naturais.
As secas são cíclicas e prolongadas, interferindo de maneira direta na vida de uma população de, aproximadamente, 25 milhões de habitantes.
As chuvas ocorrem no início do ano e o poder de recuperação do bioma é muito rápido, surgem pequenas plantas e as árvores ficam cobertas de folhas.
A região enfrenta também graves problemas sociais, entre eles os baixos níveis de renda e de escolaridade, a falta de saneamento ambiental e os altos índices de mortalidade infantil.
Desde o período imperial, tenta-se promover o desenvolvimento econômico na caatinga, porém, a dificuldade é imensa em razão da aridez da terra e da instabilidade das precipitações pluviométricas. A principal atividade econômica desenvolvida na caatinga é a agropecuária. A agricultura se destaca na região através da irrigação artificial, possibilitada pela construção de canais e açudes. Alguns projetos de irrigação para a agricultura comercial são desenvolvidos no médio vale do São Francisco, o principal rio da região, juntamente com o Parnaíba.
Vegetação – As plantas da caatinga são xerófilas, ou seja, adaptadas ao clima seco e à pouca quantidade de água. Algumas armazenam água, outras possuem raízes superficiais para captar o máximo de água da chuva. E há as que contam com recursos pra diminuir a transpiração, como espinhos e poucas folhas. A vegetação é formada por três estratos: o arbóreo, com árvores de 8 a 12 metros de altura; o arbustivo, com vegetação de 2 a 5 metros; e o herbáceo, abaixo de 2 metros. Entre as espécies mais comuns estão a amburana, o umbuzeiro e o mandacaru. Algumas dessas plantas podem produzir cera, fibra, óleo vegetal e, principalmente, frutas.
Desde o período imperial, tenta-se promover o desenvolvimento econômico na caatinga, porém, a dificuldade é imensa em razão da aridez da terra e da instabilidade das precipitações pluviométricas. A principal atividade econômica desenvolvida na caatinga é a agropecuária. A agricultura se destaca na região através da irrigação artificial, possibilitada pela construção de canais e açudes. Alguns projetos de irrigação para a agricultura comercial são desenvolvidos no médio vale do São Francisco, o principal rio da região, juntamente com o Parnaíba.
Vegetação – As plantas da caatinga são xerófilas, ou seja, adaptadas ao clima seco e à pouca quantidade de água. Algumas armazenam água, outras possuem raízes superficiais para captar o máximo de água da chuva. E há as que contam com recursos pra diminuir a transpiração, como espinhos e poucas folhas. A vegetação é formada por três estratos: o arbóreo, com árvores de 8 a 12 metros de altura; o arbustivo, com vegetação de 2 a 5 metros; e o herbáceo, abaixo de 2 metros. Entre as espécies mais comuns estão a amburana, o umbuzeiro e o mandacaru. Algumas dessas plantas podem produzir cera, fibra, óleo vegetal e, principalmente, frutas.
Fauna – A fauna da caatinga é bem diversificada, composta por répteis (principalmente lagartos e cobras), roedores, insetos, aracnídeos, cachorro-do-mato, arara-azul, (ameaçada de extinção), sapo-cururu, asa-branca, cutia, gambá, preá, veado catingueiro, tatupeba, sagui-do-nordeste, entre outros animais.
Por Wagner de Cerqueira e Francisco
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola
Assinar:
Postagens
(
Atom
)

.jpg)

































.jpg)


.jpg)
.jpg)